Há criaturas em que a própria existência bafeja nojo de nelas existir! Criaturinhas encarquilhadas, pseudo-mundividências projectadas, vómitos psitacísticos, energias negras de ocacidade! O prenúncio de abrirem a boca é como se nos abeirassemos de imediato de uma lixeira: tudo pôdre em vestidos de cetim! Minha humana raíz, banhada nas águas salgadas do Atlântico, nascida do penedo telúrico e vulcânico, torce-se e contorce-se só na presente de tais acontecimentos! Nunca gostei de grandes indumentárias no encontro com o outro e nas grandes ocasiões celebrativas sempre tive gosto de aparecer a nu. Criaturinhas de gentinhas onde a vida brada, sufocada, por uma clareira de lucidez no meio do emaranhado: felizes são as pedras que ao menos cumprem a sua finalidade, o seu sentido; e mais bem cheiroso é o monte de estrume, ao céu aberto, que produz aquilo que é; as criaturinhas são somente o abaixo de reles...!
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