domingo, 3 de junho de 2007

ReviRavoLta

Um calaFRIO doloRoso de sabOR amarGo e uma lâMIna que DIlacera nas palaVRas infanTES – naDa em troCa de tUdo – o fIm oNde o princÍpio comeÇa: saBer que a velHice nÃo me pERtence, que o teMPo me dArá o goLpe certEiro no momeNto exaCto da juVentude – sei-mE morrenDo e morTo, eSsa vIda venCida peLo o olHar, Pela bUsca, peloS deseJos, peloS anSeios e pelaS âNsias de podEr mAis e haVer, neSte aQuém, um horiZonte qUe a tesoUra corTa cedO deMais.

Umailusãoeumapaixão,p’raquê?

1 comentário:

rivka disse...

talvez nada nos pertença. talvez o corte demasiado cedo. as ilusões a mais não serem que o desiludir e as paixões a ser motor e sepulcro. para quê? para que tudo seja uma coisa qualquer.