A morte é um horizonte apetecível e de preferência para relacionar com a esperança.
Nada mais absurdo! Não existe relação entre uma coisa e outra: a morte diz respeito a um acto autêntico e a esperança a acções efectivas. Querer relacionar uma coisa com a outra é como querer ver uma relação causal entre a existência do copo e a existência de líquidos.
A impossibilidade de relacionar a esperança com a morte não é uma posição angustiante, nem deve sê-lo, mas tão-somente o reconhecimento que esse acto autêntico dispõe-se autenticamente enquanto absoluto. Falar de vestígios deste acto autêntico nas acções efectivas é outra coisa bem diferente: o absoluto da morte é tão puramente autêntico (note-se que mais universal que a própria razão, senão mesmo O universal por excelência) que é o fundamento – no sentido de Ab-Grund, o sem fundo, o abissal... – das acções efectivas.
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1 comentário:
AH!!!!!
...
tenho de ler outra vez...
:-(
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